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Editorial

Urgente ou Importante.

Quando Stephen Covey reproduziu o “conceito de Eisenhower” em seu livro Os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes, demonstrou como priorizar atividades, focando as que têm origem em ações planejadas. Assim fariam todos os gestores, não estivessem consumidos por questões operacionais urgentes do próprio negócio. É o que traz a pesquisa TOP CONCERNS. Realizada com gestores de mais de 20 hospitais, conclui que suas prioridades atuais são com resultados financeiros e obras físicas, e que não conseguem se dedicar tanto quanto gostariam para estratégias de capacitação de equipes e inovação.

Rubens Covello, superintendente do IQG, concorda que os gestores estão sobrecarregados e, na seção Opinião, diz que até mesmo os processos de segurança do paciente estariam consumindo “preciosos minutos em dias já sem muito espaço para análise crítica e inovação”. Das preocupações com resultados financeiros, uma que se destaca, segundo a pesquisa, é a relação com fontes pagadoras. Em uma tentativa de equilibrar o mercado, o Congresso Nacional aprovou, em junho do ano passado, a Lei que define o índice mínimo para reajuste de contratos quando não houver entendimento entre as partes. Longe de colocar um ponto final na questão, a alteração pode, na opinião do economista da Abramge Marcos Novais, prejudicar a livre concorrência e desestimular a redução de custo. Os argumentos do economista são confrontados na seção Ponto de Vista pelo presidente da Fehoesp, Yussif Ali Mere Jr.

Boa leitura!
Abraço

Gilmara Espino
Publisher e Diretora de Conteúdo da GPeS Comunicação Estratégica em Saúde  

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